Entrevista exclusiva com a thrash Raised Hell

Entrevista exclusiva com a thrash Raised Hell

Entrevista exclusiva com a thrash Raised Hell, banda paulistana da zona sul de São Paulo e thrash/death metal.

Por: Elizabeth Del Nero                      Apoio: Assessoria de comunicação LBN

Raised Hell

São Paulo, 29 de junho de 2022 – Conversamos com a banda Raised Hell sobre s formação, processo de criação e definição de marca musical e mais. A banda é de Sao Paulo, Capital e quem respondeu as perguntas foi o Igor Nogueira, o baterista da banda, por aplicativo de mensagem. Confira:

 

Entrevista exclusiva com a thrash Raised Hell

Primeiramente, gostaríamos que você nos contasse um pouco sobre a história da banda e a transição desde a formação inicial até os dias de hoje. Também gostaríamos de saber por que você escolheu “Raised Hell” como o nome para a banda?

Nossa história se inicia em setembro de 2020 quando Joey e eu resolvemos criar a banda, estávamos tocando em um projeto onde não estávamos felizes e decidimos não desperdiçar nosso tempo em algo que não nos trazia nada de bom. Chamamos um guitarra e um vocal que eram próximos da gente e, em outubro, começamos os ensaios já produzindo músicas autorais.
O nome Raised Hell foi uma idéia do vocalista logo no começo, não tivemos alteração nenhuma nessa questão, já começamos com o nome definitivo.
Como todos eram músicos experientes, com passagens por bandas que tiveram certo reconhecimento no underground, o nome veio fácil como uma analogia ao nosso retorno no cenário underground.

 

Uma banda precisa de uma identidade. Como criar a identidade de uma banda, sendo que no meio musical é normal a troca constante de componentes e nos anúncios encontramos a imagem dos vocalistas, guitarristas, bateristas, vinculada à imagem da banda?

Criar uma identidade é algo realmente difícil, ainda mais quando se tem pouco tempo como nós, com o Raised, porém, surgimos para criar um som com as características do thrash/death entre 80/90. As trocas de integrantes começaram no início da gravação do nosso EP, infelizmente, tivemos que lidar com isso da melhor forma que pudemos, pois a saída do primeiro guitarrista nos atrapalhou muito e continuamos as gravações apenas com um guitarrista que futuramente também saiu. Tivemos mais dois guitarristas que não chegaram a gravar nenhum material e nos estabilizamos com o Nyl. O primeiro vocalista também saiu no final do ano passado e a entrada do João nos deu uma nova característica sonora, ele trouxe um vocal mais sujo e agressivo, qualidades que nos deram um característica ainda mais voltada para o som que queremos fazer e War of Fools, que foi lançada recentemente, mostra essa nova característica e estamos recebendo muitas críticas positivas em relação a isso. Acredito que estamos nos estruturando bem dentro daquilo que queremos fazer. Estamos firmes com essa formação e não acreditamos que teremos mais trocas. Todos estamos focados em trabalhar muito para alcançarmos grandes objetivos.

 

Qual o processo de composição da banda? Existe alguém especificamente responsável pelas letras e/ou pelos arranjos ou cada um contribui livremente?

O processo de criação entre nós é livre, cada um chega com uma idéia, todos analisam, fazemos nossas críticas em relação a alguma mudança que seja necessária, algumas composições já chegam praticamente prontas, em outras a gente acaba mexendo, mas a contribuição é livre para todos. A gente conversa muito sobre isso e sabemos que, às vezes, nem tudo que é apresentado, será usado, e isso não tem problema nenhum para nós.

 

Quais são suas principais influências atualmente? Vocês têm planos de experimentar novas sonoridades no futuro?

Sobre influências, é algo realmente interessante, ainda mais por termos tantas bandas fazendo músicas incríveis, todos viemos da velha escola, gostamos muito das bandas clássicas, obviamente são a inspiração principal para todos, porém, como sempre estamos conhecendo bandas novas, acabamos tendo outras referências com sonoridades distintas, etc…
Não sabemos se iremos experimentar uma sonoridade diferente no futuro, criamos uma banda para ter sonoridade pesada, agressiva e rápida, fazer algo distinto disso não nos parece uma possibilidade.

 

Vamos falar sobre o novo álbum do Raised Hell, como está o processo de gravação e produção?

Nosso álbum está muito bem encaminhado e seu processo está sendo muito bacana, todos estão muito focados e determinados, temos cinco sons prontos e finalizando os últimos sons para gravação. Estamos gravando no estúdio Dual Noise, com a produção do Rogério Wecko.

 

Qual tem sido a relação da banda com os fãs, de maneira geral? Existe alguma dificuldade de divulgação hoje em dia, ou as novas tecnologias e redes sociais facilitam a divulgação do trabalho do artista e o contato direto com os fãs?

Nossa relação com fãs é algo de amigos, temos conquistado muitas novas amizades nesse caminho e é sensacional essa possibilidade, embora todos sejamos músicos com uma boa estrada, sempre temos a possibilidade de conhecer novas pessoas que chegam pra agregar muito nas nossas vidas e na nossa banda. Os meios de comunicação hoje em dia possibilitam contatos com o mundo no exato momento em que você posta alguma matéria, foto ou quando lança um novo material, não temos nenhum tipo de problema em relação à divulgação, antigamente era muito mais difícil, os lances de precisar se deslocar para outras cidades ou estados para pegar seu cd demo ou o material que tivesse disponível ali, camisetas, adesivos, etc…
Hoje em dia, a internet faz muito para divulgação e facilita claramente o contato com os fãs de forma geral.

 

Quais são os planos futuros da banda? Quando podemos esperar algo novo da Raísed Hell?

Nosso plano principal é lançarmos nosso primeiro disco entre outubro/novembro deste ano, teremos um lyric video já para o mês de julho de mais um som que estará no nosso disco. Além disso, nossa assessoria está trabalhando arduamente para nos apresentar Brasil afora e estamos muito ansiosos para fazermos o máximo de apresentações possíveis, somos uma banda que ama o palco, é onde definitivamente adoramos estar e tocar as músicas novas tem sido uma experiência extremamente incrível.

 

Raised Hell, muito obrigado pela entrevista! Sinta-se à vontade para deixar algumas palavras para os fãs.

Por fim, gostaríamos de agradecer muito por esta oportunidade de estarmos nessa entrevista para divulgar nosso trabalho e deixamos aqui um grande abraço a todos. O Raised Hell agradece a todos que fazem parte dessa família que vem crescendo muito, estamos muito felizes com os caminhos que estão se abrindo diante de nós, nos vemos na estrada🤘🏻🔥🤘🏻

 

https://youtu.be/E9iF45ewrvA

 

Line up:

João: vocal

Joey: baixo

Nyl: guitarra

Igor: bateria

Instagram do Raised Hell

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